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Perigo: Raio x Energia Elétrica

relampago

Como você bem sabe, nosso conteúdo é relativo a raios, relâmpagos e trovões, falaremos desta natureza fervorosa, que assusta uns, entretanto sabemos que, não passa de uma reação em cadeia em virtude a uma eventual mudança de clima.

O raio, um ato natural da natureza manifestado em chuvas, em sua maioria forte, tem o potencial de matar pessoas, como já foi visto em jornais de televisão.

O raio cai 2 vezes no mesmo lugar?

Sim, pode parecer quase impossível, tem lugares que a tendencia é maior de cair por inúmeros fatores. Não é atoa, não é recomenda em chuva que se fique em baixo de arvores, onde a tendencia é maior.

Quais perigo o raio causa na energia elétrica?

Você certamente esteve em sua casa, e em meio a chuva com relâmpago e raios presenciou a falta de energia, isso ocorreu por interferência de energia nas redes de fonte de entrega elétrica.

Isso me faz lembrar que consegui fazer a restituição do ICMS da conta de energia elétrica.

Foi quando um amigo meu disse que eu poderia receber um valor bacana de volta, cerca de 30%, foi incrível inclusive vou trazer mais sobre esta matéria.

O relâmpago é a luz emitida pela descarga elétrica (raio) entre duas nuvens, ou entre uma nuvem e o solo ou outro receptor da descarga (um pára-raios, por exemplo).

 Como é Formado o Relâmpago?

Os relâmpagos são produzidos durante tempestades com nuvens eletricamente carregadas, quando o campo elétrico se torna tão forte e intenso ao ponto de forçar uma descarga elétrica entre a nuvem e o solo.

Não existe um consenso entre os cientistas sobre como as nuvens ficariam carregadas ocasionando os raios. Porém, uma explicação bastante aceita é a de que as partículas de vapor de água ao subir pela atmosfera vão se chocando com pequenos cristais de gelo, ou gotas que estão caindo e que compõem as nuvens. Esse choque faria com que alguns elétrons fossem arrancados dessas partículas deixando-as com carga positiva. Os elétrons arrancados tenderiam a se acumular na parte inferior da nuvem, enquanto que as partículas positivamente carregadas se acumulam na parte superior da nuvem.

Essa separação de cargas cria um campo elétrico na nuvem com uma intensidade de milhares de volts por centímetro. A intensidade do campo elétrico da nuvem é tão grande que a carga positiva da nuvem repele a carga positiva do solo próximo deixando-o positivamente carregado.

Modo que é formado o Raio

Relâmpagos. Foto: Balazs Kovacs Images / Shutterstock.com

Relâmpagos. Foto: Balazs Kovacs Images / Shutterstock.com

Devido ao campo elétrico, o ar em torno começa ficar ionizado. Os elétrons ou íons positivos começam a ficar mais afastados do que antes ganhando mais mobilidade e, por conseqüência, tornando-se melhores condutores. À medida que o ar vai se ionizando, vai sendo criado um “caminho” entre a nuvem e o solo por onde ocorrerá a descarga elétrica (o raio).

A intensidade é tamanha que o ar em volta dela literalmente explode devido ao calor produzido pela descarga elétrica (mais quente que a superfície do sol!).

Mas, como já citado, um raio pode ocorrer de uma nuvem para o solo ou de uma nuvem para outra. De acordo com essa classificação existem alguns tipos de relâmpagos: relâmpago normal, da nuvem para o solo; relâmpago de calor, relâmpago próximo ao horizonte; relâmpago difuso, um relâmpago normal que é refletido nas nuvens; “red sprite”, explosão vermelha que atinge alguns quilômetros de comprimento em direção à estratosfera; “blue Jet” uma explosão cônica azul, que se movimenta para cima em alta velocidade.